31 agosto 2006

Mensagem ao Gago - Parte II de III

(Continuação)

Somente sendo você mesmo e permanecendo aberto à gagueira poderá dar um grande descanso à tensão que sente.

Existem dois princípios que você pode usar em seu benefício e que entenderá facilmente:

1. Sua gagueira não faz mal

2. Sua fluência não é nada boa para você. Não há motivo pelo qual você deva sentir pena pelo fato de ser gago; de modo igual, não há motivo pelo qual você deva se orgulhar quando fala fluentemente.

A maioria dos gagos retrocedem a cada bloqueio, pensam que tiveram um fracasso, uma falta. Por essa razão, para não gaguejar, esforçam-se muito e é por isso que gaguejam mais. Eles mesmos encerram-se em um círculo vicioso que pode ser desenhado do seguinte modo:


Gagueira → Ódio/Pena/Culpa → Susto/Evitação → Gagueira...

Gaguejar é uma experiência pouco freqüente. Possivelmente você não viu muitos gagos e evitou os que viu como uma praga. Assim como há pessoas que talvez o conheçam, o viram, ou somente o ouviram, há quem não saiba que você gagueja e que esconde a gagueira, como muitos outros que têm um problema similar ao seu. Por essa razão, poucos se dão conta que quase 1% da população gagueja e que somente nos Estados Unidos há quase um milhão de gagos.

Atualmente, muitas pessoas gaguejam mundo afora. Ao longo da história, sabe-se que muita gente famosa teve o mesmo problema, incluindo Moisés, Demóstenes, Charles Lamb, Charles Darwim e Carlos I da Inglaterra. Mais recentemente Jorge IV da Inglaterra, Marilyn Monroe e personalidades da TV em algum momento de suas vidas foram gagas.

Você não é o único em seu problema de linguagem e não está tão só como havia pensado.

Cada gago tem seu estilo individual, usualmente finge com truques e movimentos supérfluos que estão condicionados ao temor e se tornam automáticos. Todos sofrem basicamente do mesmo problema, procuram nomes diferentes para chamá-lo, dizem que “falam com pausas”, que é um “impedimento de linguagem” ou algo parecido.

A forma que você gagueja é muito importante; você não tem alternativa sobre quando gaguejar, mas pode eleger como gaguejar. Há muitos gagos que, como eu, aprenderam que é possível gaguejar mais facilmente e com muito pouco esforço ou tensão. A chave mais importante para aprender a fazê-lo está em fazê-lo abertamente; deixando sair cada vez mais o bloco de gelo que está abaixo da superfície, sendo você mesmo, não forçando nem brigando quando bloqueia, olhando calmamente nos olhos da pessoa que o ouve, nunca evitando as palavras escondendo-se de situações, tomando a iniciativa, mesmo que gagueje muito. Tudo isso é fundamental para qualquer recuperação da gagueira.

Você pode gaguejar a sua maneira, sem ter problemas e sem apresentar a gagueira com ódio, pena ou culpa toda vez que fala. Você sente medo de falar e evita fazê-lo; esse medo e essa evitação poderão ser manipulados e assim a gagueira diminuirá.

(Continua)

29 agosto 2006

Mensagem ao Gago - Parte I de III

A postagem de hoje, bem como as duas seguintes, eu as considero extremamente importante para todas as pessoas que gaguejam e que procuram um rumo, uma orientação para melhorarem sua forma de falar. Já no primeiro parágrafo, percebe-se que o autor (Joseph G. Sheehan, Ph.D.) conhece o assunto de maneira íntima. Justamente em virtude disso, ele traça algumas premissas extremamente interessantes que com as quais, de acordo com as palavras do autor, "as pessoas dispostas a começar na direção correta podem progredir muito por si mesmas." Creio que o texto também seja muito interessante para fonoaudiólogos que desconhecem como tratar eficazmente a gagueira.

Como dito anteriormente, por ser um texto relativamente longo, dividirei-o em três partes. Postarei uma hoje, a outra quinta-feira e a
última no sábado.

O texto original foi traduzido para o espanhol por Luísa Elena Pachano e revisado e adaptado por Pedro R. Rodrigues C. Do espanhol para o português foi traduzido por Silvia Friedman. Inclusive o texto foi extraído do livro Gagueira e Subjetividade - Possibilidades de Tratamento de Silvia Friedman e Maria Cláudia Cunha.

Espero que gostem!

Mensagem ao Gago

Joseph G. Sheehan, Ph.D.

Se sua experiência como gago é parecida com a minha, você perdeu boa parte de sua vida ouvindo conselhos e sugestões tais como: “relaxe, pense no que tem a dizer, tenha confiança, faça uma respiração profunda.” Ou, então: “fale com pedras na boca.” Por ora, você deve ter aprendido que essas coisas não somente não ajudam, mas que algumas delas o fizeram piorar.

Essa é uma boa razão pela qual todas essas teorias legendárias caíram. Todas significam reprimir a gagueira, encobrindo-a, fazendo coisas e movimentos artificiais. E quanto mais você encobrir e tratar de evitar a gagueira, mais gaguejará.

Sua gagueira é como um bloco de gelo, a parte na superfície é o que as pessoas ouvem e é realmente a parte menor. A parte maior é a que está abaixo da superfície, na qual se encontra a vergonha, o temor, a culpa, e todos os sentimentos que temos quando tratamos de falar ou dizer uma frase simples e não podemos.

Você, como eu, provavelmente tratou de manter esse bloco de gelo em baixo da superfície o maior tempo possível. Tratou de encobrir e manter a aparência de pessoa que fala com facilidade e, apesar de ter longos bloqueios e pausas demasiado penosas, tanto para você como para pessoas que o ouvem, isto é muito difícil de ignorar. Você deve estar cansado de representar esse falso papel. Igualmente, quando produz movimentos supérfluos você não se sente bem com eles. Quando seu truque falha, você se sente muito mal. Mesmo assim, provavelmente você não se dá conta de quanto foge ou quanto encobre no círculo vicioso da gagueira.

Em laboratórios de psicologia e de linguagem, descobrimos a evidência de que a gagueira é um conflito, um tipo especial de conflito entre ir pra frente e manter-se no anterior; é um conflito de aproximação e evitação. Você quer falar, mas esse querer falar está competindo com um temor que o obriga a ficar calado. Tanto para você como para outros gagos, o temor tem diferentes níveis e origens, o mais imediato e opressor é o temor de gaguejar e isso provavelmente é secundário a qualquer outra coisa que aquilo lhe causa, em primeiro lugar, o fato de gaguejar em si.

Seu temor de gaguejar está baseado na pena e no ódio que causam a forma como você fala. O medo está também baseado em desempenhar um falso papel pretendendo não ser gago. Você pode fazer alguma coisa com esse temor. Se tem valor suficiente para fazê-lo, você pode se abrir para a gagueira por cima da superfície do bloco de gelo. Pode aprender a seguir em frente e falar de qualquer maneira, mas encarando o temor. Em resumo, você pode ser você mesmo e perder a insegurança que se apossou do seu ser. Você pode reduzir a parte do bloco que está abaixo da superfície e esta é a primeira coisa a fazer.

Continua

23 agosto 2006

Técnica da Visualização - Parte II

Tudo que vamos realizar, antes de qualquer coisa nós pensamos sobre ele. Visualizamos o trajeto até o trabalho, imaginamos com qual roupa iremos àquela festa importante, o que falaremos diante de um público. Isso ocorre com todo mundo. Todos olham com os "olhos da mente", como afirma o texto da postagem anterior. Com as Pessoas Que Gaguejam não é diferente. O que pode mudar é que muitas vezes estes visualizam o evento de maneira excessivamente negativa. O medo toma conta, a ansiedade domina tudo, o nervosismo reina, enfim, é uma visualização negativa quando envolve principalmente situações de fala. Tais pensamentos são compreensíveis, pois enraizaram-se em virtude de situações desagradáveis, que de certa forma foram traumatizantes. Logo, o organismo procura formas de defesa. A fuga é uma delas. Porém, muitas vezes, fugir é inviável. Ao invés da fuga, surge a luta. Em indivíduos que gaguejam a luta é contra dois inimigos: a situação que para qualquer um poderia ser estressante (falar em público, por exemplo) e a fala. São nesses momentos que o pânico, juntamente com uma enxurrada de pensamentos negativos surgem: Não vou conseguir! Vou gaguejar! Sou incapaz! São algumas previsões que as pessoas que gaguejam fazem. O mais interessante é que muitos conseguem falar fluentemente em diversas outras situações. Em tais momentos de fluência é bem possível que o negativismo não esteve presente. É claro que somente a Técnica da Visualização Positiva (que já é algo importante!) talvez não lhe leve a uma melhor fluência. Mas é algo que devemos analisar com bastante carinho.

Ao pensar de maneira negativa, de visualizar-se não conseguindo realizar algum evento, os resultados também são da mesma forma negativos. O que aconteceria, então, se o pensar fosse positivo? Se a visualização tivesse como resultado o sucesso? Vou lá, vou falar muito bem! Eu sei que posso! Eu já provei isso para mim anteriormente! Dr. Joseph Murphy, afirmou em seu texto que as impressões que criamos em nossas mentes, "tornam-se manifestas como fatos ou experiências". Talvez na primeira vez o cérebro estranhe este novo jeito de pensar e agir, mas ele pode ser reprogramado.

Ainda não sei ao certo, não encontrei algo afirmando isso, mas parece-me que a "Técnica da Visualização" faz parte da Programação Neurolinguística - PNL. De acordo com a Sociedade Brasileira de PNL, "PNL é uma ciência, na qual suas experiências internas oferecem um meio de auto-conhecimento, para você desenvolver seu potencial criativo". O que seria a "visualização negativa" que não uma experiência interna? Perceber isso é o auto-conhecimento! Mudar de atitude, ou seja, estimular o desenvolvimento de pensamentos positivos, é desenvolver o potencial criativo! Como percebemos acima, pensamentos geram comportamentos. Pensamentos negativos, comportamentos negativos. Pensamentos positivos, comportamentos positivos.

Claro que existem outras coisas por trás da gagueira, mas no adulto que gagueja a imagem de mau falante que este possui de si, que o leva a sentir-se incapaz em situações de comunicação verbal, ocasionando pensamentos e comportamentos negativos, gerando uma gigantesca bola de neve, é algo que tem que ser trabalhado em terapias fonoaudiológicas.

21 agosto 2006

Técnica da Visualização - Parte I

Dando continuidade à postagem anterior, nesta disponibilizarei para vocês um pequeno texto, mas muito interessante, sobre a Técnica da Visualização. Como será possível observar, esta técnica não é nada nova, data de 1963. É algo bastante utilizado em esportista, para que estes visualizem movimentos precisos e assim na hora "H" possam realizá-los. Porém, seus benefícios não são restristos a esta área. Na próxima postagem relacionarei a "Técnica da Visualização" com a "Gagueira".


A Técnica da Visualização

"O caminho mais fácil e óbvio para formular uma idéia é visualizá-la, vê-la nos olhos da mente tão real como se estivesse mesmo acontecendo. Você pode ver com o olho nu apenas o que já existe no mundo exterior; da mesma forma, o que você pode visualizar nos olhos da mente é o que já existe nos reinos invisíveis da sua mente. Qualquer imagem que você tenha em sua mente é a substância de coisas esperadas e a evidência de coisas não vistas. O que você forma em sua imaginação é tão real quanto qualquer parte do seu corpo. A idéia e o pensamento são reais e um dia aparecerão em seu mundo objetivo, se você tiver fé em sua imagem mental.

Esse processo de pensar forma impressões em sua mente; essas impressões, por seu turno, tornam-se manifestas como fatos e experiências em sua vida. O construtor visualiza o tipo de construção que deseja; ele a vê como quer que seja ao ficar pronta. As suas imagens e processos de pensamento tornam-se um molde plástico do qual emergirá a construção - feia ou bela, um arranha-céu ou um edifício acachapado. Sua imagem mental é projetada quando desenhada no papel. Posteriormente, o empreiteiro e seus operários reúnem os materiais essenciais e o prédio se ergue até o fim, em conformidade perfeita com os padrões mentais do arquiteto.

Tenho utilizado a técnica da visualização antes de falar em qualquer tribuna. Acalmo as engrenagens da minha mente a fim de poder apresentar à mente subconsciente minhas imagens de pensamento. Depois, faço um quadro do auditório inteiro e dos assentos ocupados por homens e mulheres, cada um deles iluminado e inspirado pela infinita presença curadora que existe dentro de cada um. Vejo-os radiantes, alegres e livres.

Tendo primeiro construído a idéia em minha imaginação, calmamente a mantenho lá como um quadro mental, enquanto imagino ouvir homens e mulheres dizendo: "Estou curado"; "Sinto-me maravilhosamente bem"; "Tive uma cura instantânea"; "Estou outro". Fico pensando assim por dez minutos ou mais, sabendo o sentindo que a mente e o corpo de cada pessoa estão saturados de amor, harmonia, beleza e perfeição. Minha percepção amplia-se até o ponto em que posso realmente ouvir as vozes da multidão proclamando saúde e felicidade; liberto então todo o quadro e vou para a tribuna. Quase todos os domingos algumas pessoas declaram que suas orações foram atendidas."

Fonte: MURPHY, Joseph. O Poder do Subconsciente. Record, 31ª Edição, 1963.

15 agosto 2006

Falar ou não falar? Eis a questão

"O Sujeito que apresenta gagueira relaiona-se com uma sociedade que, por conceitos culturalmente adquiridos, rejeita essa produção linguística e o marginaliza, estigmatizando-o ou negando a sua linguagem. Sheehan (1975) se refere a um conflito de aproximação e evitação, que se materializa no desejo de falar e não falar, complementado por Friedman (1986) como falar e falhar, ou não falar, referindo-se à dúvida pela qual passa o indivíduo, sempre que há a possibilidade de utilizar a linguagem. Dessa forma, há, por parte do sujeito gago, um evidente conflito em todas as situações de discurso: falar (e preocupar-se com a forma do discurso, expondo-se à falha) ou não falar (e assumir a posterior frustração pelo insucesso)". Azevedo (2000)

Fonte: AZEVEDO, Nadia Pereira Gonçalves. Gagueira: a estrutura da língua desestruturando o discurso. Revista SymposiuM, Ano 4 - Número especial, novembro, 2000.

Baixe o arquivo e leia-o na íntegra: Revista SymposiuM

O artigo em questão é muito interessante. A autora é uma das fonoaudiólogas de maior expressão quando o assunto é gagueira. A sua reflexão poderá trilhar algum caminho para aquele que busca explicações e orientações em relação à gagueira. O conflito que a passagem acima menciona é bastante comum no indivíduo que gagueja. Não se sabe qual é o mais frustrante. Falar ou calar-se. A briga interna que o sujeito vive, muito possivelmente teve origem na infância, nos primeiros sinais de desarmonia verbal. Em tais momentos os adultos começaram a introjetar na criança pensamentos paradoxais em relação à fala. Fale direito! Respire e fale lentamente! Foram algumas orientações que recebemos em nossas infâncias. Crescemos com este paradoxo. As orientações tinha a mais pura intenção de nos ajudar. Porém, quanto mais éramos repreendidos, menos conseguíamos "falar direito". Nossa imagem de sujeito mal falante nos acompanhou, confundindo-nos, fazendo com que antecipemos momentos de discurso. A antecipação é quase sempre negativa. Não vou conseguir! Vou gaguejar! Palavra "tal" eu não consigo articular! O resultado também é quase sempre negativo. É preciso romper este processo. O cérebro está acostumado a pensar desta forma. Ele tem que conhecer um novo pensar, um novo olhar sobre a situação. Pensamentos positivos! No Grupo de Auto-Ajuda que mantenho aqui em Natal, no mais recente encontro eu levei um texto que fala sobre a "Técnica da Visualização". Quem desejar já pode ir pesquisando na internet. Mas na próxima postagem falarei sobre ela.

12 agosto 2006

Rede de Tratamento Fonoaudiológico

Distrito Federal

Centro de Atendimento Médico Psicopedagógico (Comp) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Endereço: W-3 Norte, quadra 501, Asa Norte — Tel.: 325-4946. Atendimento: de 2ª a 6ª feiras (exceto às quartas) às 7h30 e às 13h30 Clínica-Escola de Fonaudiologia do Centro de Ensino Unificado de Brasília (Cesubra). Endereço: SGAS 913, Asa Sul — Tel.: 345-9177 . Atendimento: de 2ª a 6ª feira das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Paraíba

Clínica-Escola de Fonoaudiologia, do UNIPÊ. A inscrição para os atendimentos fonoaudiológicos é feita na própria Clínica-Escola, situada dentro do campus universitário, no 1º andar do bloco “O”, ou pelo telefone 2160.9216 / 2160-9270. Horário de funcionamento: 8h às 12h e 13h às 17h. Saite: http://www.unipe.br/graduacao/fonoaudiologia/infra_estrutura.html
Paraná

Clínica-Escola de Fonoaudiologia da Universidade Tuiuti do Paraná. Localiza-se no Campus Champagnat, à rua Marcelino Champagnat, 505. Mercês. Telefone: 331-7833. Saite: http://www.utp.br/servicos/clinicas/cod104.asp

Pernambuco

Clínica de Fonoaudiologia da Universidade Católica de Pernambuco. Endereço eletrônico: clifono@unicap.br. O telefone da secretaria do curso é 2119-4172. Saite da Clínica: http://www.unicap.br/cursos/html/fono_clinica.html
Rio de Janeiro

O Ambulatório de Fluência da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Curso de Fonoaudiologia, funciona das 8h às 12h e das 13h às 17h, todas as terças-feiras. O atendimento é individual e em grupo, para crianças, adolescentes e adultos. Localiza-se no Instituto de Neurologia Deolindo Couto, na Avenida Wenceslau Brás, 95, Botafogo (ao lado do PINEL).

Rio Grande do Norte

Clínica-Escola de Fonoaudiologia da Universidade Potiguar. Localiza-se na Avenida Salgado Filho, 1610, Lagoa Nova. Atende das 7 às 18h, de segunda a sexta. Telefone para contato é o 3215-1237.
Rio Grande do Sul

Clínica Escola de Fonoaudiologia, da FEEVALE, em Novo Hamburgo. O curso de Fonoaudiologia dispõe de uma moderna clínica de atendimento à comunidade, localizada no 4º andar do prédio Branco, no campus II. Horário de Atendimento: Segunda, quarta e quinta-feira: Das 8h15min às 13h15min e das 14h15min às 17h.Terça-feira: 8h15min às 12h e das 13h30min às 17h. Sexta-feira: 8h15min às 13h15min. Telefones: 3586 - 8800, ramal 8789, com Franciele. Saite: http://www.feevale.br/internas/default.asp?intIdSecao=303&intIdConteudo=1460

São Paulo

CEFAC - Clínica / Escola - Endereço: Rua Aimberê, 436 - Perdizes. Telefone: 3675-3637 - 3865-2702 - Fax: 0xx11 - 3675-1677 (Ramal:222). Email: clinicaescola@cefac.br Saite: http://www.cefac.br/publicar/conteudo.php?id=37 Responsáveis: Jaime Luis Zorzi e Irene Queiroz Marchesan.

Clínica-Escola de Fonoaudiologia da FATEA (Faculdades Integradas Teresa D'Ávila). Av. Peixoto de Castro, 539 - Vila Celeste, Lorena-SP. O horário de atendimento ao público é de segunda à sexta-feira, das 8 às 18 horas. Telefone da Faculdade: 3153-2888. Saite: http://www.fatea.br/padrao.php?table=pp&type=2&id=37


Clínica-Escola de Fonoaudiologia da Uniara. Localiza-se na rua Voluntários da Pátria, nº 1523, no Centro de Araraquara. Maiores informações através do telefone (16) 3333-7313

Clínica-Escola de Fonoaudiologia, do Centro Universitário São Camilo. Localiza-se na Av. Nazaré, 1501 - Ipiranga. Horário de Atendimento: Segunda a Sexta-feira das 7h às 18h. Telefones: 6169-4082 / 6169-4083. Endereço eletônico: clinica@scamilo.edu.br. Saite: http://www.scamilo.edu.br/index.php?pag=servicos/clinica_escola



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